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Seguro Viagem! Fazer ou não fazer?

Faça um seguro

Você acha que é um gasto desnecessário? Não sabe se o país que visitará exige? Conhece alguém que fez e não usou? Neste post esclareceremos algumas dúvidas e contaremos as experiências de 3 passageiros em países diferentes.

Engana-se quem pensa no seguro amparando apenas o passageiro em alguma situação de emergência relacionada a saúde. Não mesmo, vai muito além disso. Existem várias coberturas e auxílios dentro de cada plano, como: despesas odontológica, extravio ou atraso de bagagem, auxílio na transferência de fundos, programação de estadia e/ou garantia de retorno e por aí vai... a lista é grande.

Assim como também é grande o número de empresas que oferecem essas coberturas e com valores variados, vale a pena comprar e pedir indicação para um profissional ou conhecido que já comprou.

 

''Verdade que na União Europeia não posso viajar sem seguro?''

 

Sim. Na UE existem o Tratado de Schengen que exige um seguro com cobertura de no mínimo 30 mil euros por passageiros (falaremos mais em um próximo post). Também existem países que não fazem parte deste tratado e aderiram a regra.

Fique alerta, pois podem pedir para ver a cópia do seu voucher ao entrar no país.

 

‘’Mas eu preciso economizar e não quero ter mais este gasto.''

 

Tudo bem. Nos países que não exigem um seguro, você entrará sem e ninguém lhe pedirá nada ou lhe obrigará a fazer. Mas vale a pena correr o risco de economizar um pouquinho e deixar de viajar com mais essa segurança? É aquela famosa frase que o barato as vezes sai caro. O custo para contratação de um plano básico não é alto e uma simples consulta médica nos EUA, por exemplo, custa em torno de US$ 200.

Você ainda está se perguntando se vale a pena ou não fazer? Afinal, que riscos você corre?

No ano passado tive 3 clientes acionando seus seguros e vou resumir o que ocorreu em cada caso.

1º Intoxicação alimentar

Já pensou em viajar para uma determinada região fazendo uma rota gastronômica? Foi o que um casal fez em Lima, no Peru. A culinária peruana é extremamente rica e em sua viagem de lua de mel, eles ficaram 3 dias na capital só para conhecer mais sobre seus pratos típicos.

Infelizmente logo de início a esposa teve uma intoxicação alimentar e ficou um dia inteiro no hotel. Quase desistiram de embarcar no dia seguinte para Cusco, onde ficariam mais 5 noites. O bom de tudo isso é que ambos tinha seguro e antes de irem até um hospital, o médico atendeu a passageira em seu hotel.

2º Atraso de bagagem

E quando você chega no destino com aquela super expectativa e todos os dias preenchidos de passeios? Mal desce do avião já pensando que amanhã vai acordar cedinho para iniciar seu roteiro com seu grupo de amigas. Foi o que aconteceu com uma passageira em sua primeira visita aos EUA. Viajou de férias para NY, com mais 4 amigas e apenas sua mala não chegou. Reclamaram com a cia, mas também solicitaram assistência do seguro e a mala apareceu 2 dias depois.

Você pode pensar que tudo bem, afinal ela estava com amigas, pode pegar roupas emprestadas neste tempo, o que compraria seria reembolsado pela cia (apenas o essencial!) e todo mundo sobrevive 2 dias sem as suas roupas preferidas. Não é mesmo? Mas era inverno. Não um simples inverno. Era um mega inverno na cidade de NY! Naquele dia tinham voos atrasados, cancelados e um caos no aeroporto, acha mesmo que o atendente está muito preocupada com a sua mala?

3º Acidente na neve

O que eu mais ouço os passageiros falando é que não vão esquiar, só querem ir até uma estação de esqui, brincar um pouco na neve, tirar umas fotos e não fazer nada radical.

Acidentes acontecem até com a pessoa caminhando e foi mais ou menos isso que ocorreu com outra passageira. Ela virou o pé ao subir em um murinho com neve, quando estava viajando em família para Santiago.

Teve que ser atendida no hospital, acabou perdendo um dia de passeio e tudo por um simples acidente. Não estava correndo ou fazendo nada radical, infelizmente acidentes acontecem e todos corremos riscos.

Obs: Apenas agora notei que todos os casos foram com mulheres. Mas isso é apenas uma mera coincidência!!!

A ideia aqui não é lhe assustar, apenas esclarecer que todos estamos sujeitos a imprevistos. Não significa que se o seu vizinho foi para outro país e ficou mais de 15 dias viajando sem seguro e sem lhe acontecer nada, que será assim com todos. Sabe o seguro do carro? Pois é, segue a mesma linha. Porém, sem franquia.

Você faz o seguro sem a intenção de usar, mas se acontecer alguma coisa… fique tranquilo! Existe um ótimo suporte (0800, whatsapp e e-mail) para lhe orientar e falando o seu idioma em qualquer continente. Por isso, independente do país que você vá ou período que ficará por lá, torna-se indispensável um seguro quando o assunto é VIAJAR. ​

Precisa de mais alguma informação? Mande seu e-mail!

 

Dica > Cartão de crédito: Talvez você nem saiba, mas vários cartões de crédito oferecem seguro. Vale a pena checar se o seu é um deles e qual a cobertura total. Você precisará comprar o seu aéreo neste mesmo cartão para validar e usar no exterior. Entre em contato com o seu banco e saiba mais detalhes de como funciona.

 

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